IPUB - Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro

Área de identificação

Identificador

RJIPUB

Forma autorizada do nome

IPUB - Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro

Forma(s) paralela(s) de nome

Outra(s) forma(s) do nome

  • IPUB

Tipo

Área de contato

 

Biblioteca Prof. João Ferreira da Silva Filho - IPUB/UFRJ

Tipo

Endereço

Endereço

Avenida Wenceslau Brás, 71 - Fundos - Campus da Praia Vermelha
Botafogo

Localidade

Rio de Janeiro

Região

Rio de Janeiro

Nome do país

Brasil

CEP

Telefone

(021) 3938-5576 (021) 3938-5577

Fax

Endereço eletrônico

Nota

 

Cátia Maria Mathias - chefe da Biblioteca

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Endereço

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Avenida Wenceslau Brás, 71 - Fundos - Campus da Praia Vermelha
Botafogo

Localidade

Rio de Janeiro

Região

Rio de Janeiro

Nome do país

Brasil

CEP

22290-140

Telefone

(021) 3938-5576 (021) 3938-5577

Fax

Endereço eletrônico

Nota

 

Maria Tavares Cavalcanti - diretora do Instituto de Psiquiatria da UFRJ

Tipo

Endereço

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Avenida Wenceslau Brás, 71 - Fundos - Campus da Praia Vermelha
Botafogo

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Região

Rio de Janeiro

Nome do país

Brasil

CEP

22290-140

Telefone

(021) 3938-5576 (021) 3938-5577

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Endereço eletrônico

Nota

área de descrição

história

O Pavilhão de Observação, também conhecido como Pavilhão de Admissão, foi criado pelo decreto nº 1.559, de 7 de outubro de 1893, e tinha por finalidade avaliar gratuitamente os suspeitos de alienação enviados pelas autoridades públicas. Sua direção ficou a cargo do professor catedrático de Clínica Psiquiátrica e de Moléstias Nervosas da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, João Carlos Teixeira Brandão (primeiro catedrático de Psiquiatria no Brasil). Com o passar dos anos, mudanças ocorreram quanto à nomenclatura do pavilhão. Em 1911, pelo decreto nº 8.834, de 11 de Julho de 1911, este foi denominado Instituto de Neuropatologia. Na década seguinte, em 1927, ocorre nova reestruturação da assistência a alienados e a instituição passa a chamar-se Instituto de Psicopatologia. Posteriormente, em 1938, o instituto é transferido para a recém-criada Universidade do Brasil, a fim de formar o que ainda hoje é o Instituto de Psiquiatria.

contexto cultural e geográfico

Mandatos/Fontes de autoridade

estrutura administrativa

Políticas de gestão e entrada de documentos

Prédios

Acervos documentais

Registros Médicos do antigo Pavilhão de Observação (1894-1944). É composto, numericamente, pelos seguintes itens:
8 livros de matriculas de entrada, saída e diagnóstico dos pacientes - 4 para homens e 4 para mulheres (1894-1944). São volumes encadernados e com folhas editadas em gráfica, onde foram manuscritas as seguintes informações: nome, cor, nacionalidade, entrada, saída, diagnóstico e observações. Todos os pacientes que adentraram na instituição foram registrados nestes volumes. Estes documentos trazem detalhes sobre a evolução do diagnóstico dos transtornos mentais ao longo das décadas;
627 livros de observações clínicas (1896-1944) encadernados, com uma média de 63.500 registros manuscritos. Os primeiros livros assemelham-se a cadernos e as informações contidas não são padronizadas. De 1904 até 1908, as informações já obedecem a uma padronização. A partir de 1908, os registros passam a conter as fotografias dos pacientes e os dados são anotados em 2 modelos diferentes de fichas impressas: um completo para a primeira internação e no caso de retorno do paciente utilizava-se uma ficha mais simples, contendo apenas os dados principais. Originalmente estas fichas eram arquivadas em pastas soltas. Em seguida, o material foi encadernado em formato de "livro", obedecendo a ordem cronológica das fichas, dando origem aos chamados "livros de observações clínicas". Estes livros são bem completos, mostrando com riqueza de detalhes as informações sobre o aspecto físico e psicológico do paciente, além do tratamento da doença diagnosticada. Reúnem fotografias, exames clínicos, testes psicológicos, cartas pessoais e recortes de jornais de época. Cabe ressaltar que existem 168 recortes de jornais (1909 a 1945) com matérias sobre os pacientes, relatando o motivo pelos quais eles foram internados e particularidades sobre cada caso específico;
9 fotografias referentes ao Hospício Nacional de Alienados (estrutura arquitetônica e equipe profissional);
5 negativos de vidro e 23 diapositivos de vidro referentes à viagem oficial realizada pelo médico Plínio Olinto aos estabelecimentos psiquiátricos da Argentina e Uruguai para verificar o progresso dessas instituições. A viagem foi realizada em 1913, a pedido de Juliano Moreira (diretor-geral da Assistência a Alienados).

Instrumentos de pesquisa, guias e publicações

Os livros de observações clínicas e os livros de matrículas do Pavilhão de Observação, por possuírem conteúdo informacional de acesso restrito (registros de pacientes), foram referenciados na Base Minerva, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, por volume físico, de acordo com as regras do AACR2 e MARC 21. Tais procedimentos foram adotados segundo os critérios definidos pela instituição, que visam disponibilizar - on line - de forma uniforme, todo o acervo pertencente às suas diferentes unidades acadêmicas.
As fotografias, os negativos e os diapositivos de vidro também são catalogados de acordo com as regras do AACR2 e MARC 21. Os cabeçalhos de assunto, na medida do possível, seguem as normas do DeCS (descritores em ciência da saúde). A catalogação deste tipo de material está inserida na Base Minerva.

área de acesso

horário de funcionamento

Atendimento ao público: de segunda a sexta-feira, das 8 às 17h. Fechado nos feriados regionais e nacionais.
O acervo encontra-se à disposição dos usuários mediante agendamento prévio por telefone ou e-mail.

Condição de acesso e uso

Para consulta é necessário que os usuários tragam uma carta de apresentação, em papel timbrado, formalizando o processo e expondo a importância e os objetivos da pesquisa. O uso de máscaras e luvas para manuseio dos documentos é necessário, visando a preservação dos mesmos.
Caso haja necessidade da utilização de imagens, o usuário solicita autorização à direção do IPUB. A fotografia é realizada sem flash. Estes procedimentos são necessários para resguardar o acervo de possíveis danos e dar subsídios para estatísticas de uso do mesmo.
Os nomes dos antigos pacientes deverão ser preservados, respeitando-se a lei de acesso à informação (lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011).

Acessibilidade

Para chegar à instituição, podem-se utilizar ônibus municipais.

área de serviços

serviços de pesquisa

serviços de reprodução

Áreas públicas

Área de controle da descrição

Identificador da descrição

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação - referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2000. 22 p.
CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS. ISDIAH: norma internacional para descrição de instituições com acervo arquivístico. Tradução de Vitor Manoel Marques da Fonseca. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2009.
CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS (Brasil). CODEARQ: código de entidades custodiadoras de acervos arquivísticos. Disponível em: www.conarq.arquivonacional.gov.br. Acesso em: 22 mar. 2017.

Status da descrição

Versão preliminar

Nível de detalhamento

Parcial

Datas das descrições (criação, revisão e remoção)

Idioma(s)

Escrita(s)

Fontes utilizadas na descrição

Notas de manutenção

Pontos de acesso

Pontos de acesso

Contato principal

Avenida Wenceslau Brás, 71 - Fundos - Campus da Praia Vermelha Botafogo
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
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