Fundo POHNA - Pavilhão de Observação do HNA

Área de identificação

Código de referência

BR RJIPUB POHNA

Título

Pavilhão de Observação do HNA

Data(s)

  • 1894-1950 (Produção)

nível de descrição

Fundo

Dimensão e suporte

Documentos textuais: 635 itens (8 livros de matrículas de entrada, saída e diagnóstico de pacientes e 627 livros de observações clínicas)
Documentos iconográficos: 53 itens (13 fotografias, 12 cartões, 5 negativos de vidro e 23 diapositivos de vidro)

Área de contextualização

Nome do produtor

(1841-1944)

História administrativa

História arquivística

O Pavilhão de Observação foi criado pelo decreto nº 896, de 29 de junho de 1892, mas somente em 18 de maio de 1894, data em que foi registrada a entrada do primeiro paciente, a instituição iniciou suas atividades. Com base na legislação vigente, suas funções eram sediar as aulas práticas da cadeira de Clínica Psiquiátrica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e observar, por 15 dias, os suspeitos de alienação mental enviados pelas autoridades policiais, a fim de verificar se estes possuíam de fato alguma doença mental. Se o diagnóstico fosse confirmado, o indivíduo era encaminhado ao Hospício de Alienados.
Ao longo dos anos, devido às diferentes reorganizações da Assistência a Alienados, ocorreram algumas mudanças quanto à sua nomenclatura. Em 1911, pelo decreto nº 8.834, de 11 de julho, passou a chamar-se Instituto de Neuropatologia. Em 1926, Augusto Viana do Castelo, ministro da Justiça e Negócios Interiores do governo Washington Luís, o denominou Instituto Teixeira Brandão, atendendo a um pedido de Juliano Moreira. Pelo decreto nº 17.805, de 23 de maio de 1927, seu nome foi alterado para Instituto de Psicopatologia e, finalmente, em 1938, este passou para a estrutura da Universidade do Brasil, sob a denominação de Instituto de Psiquiatria (decreto-lei nº 591). A universidade foi renomeada em 1965 para Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Procedência

Área de conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo

Contém 8 livros de matrículas de entrada, saída e diagnóstico dos pacientes - 4 para homens e 4 para mulheres (1894-1950) e 627 livros de observações clínicas (1896-1944), encadernados, com uma média de 63.500 registros manuscritos.

Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de arranjo

Área de condições de acesso e uso

Condições de acesso

Funcionamento da Biblioteca: atendimento ao público de segunda a sexta-feira, das 8 às 17h. Fechado nos feriados regionais e nacionais.
O acervo encontra-se à disposição dos usuários mediante agendamento prévio por telefone ou e-mail, sendo indispensável que estes tragam uma carta de apresentação, em papel timbrado, formalizando o processo e expondo a importância e os objetivos da pesquisa nestas fontes. O uso de máscaras e luvas para manuseio dos documentos é necessário, visando a preservação dos mesmos.
Caso haja necessidade da utilização de imagens, o usuário solicita autorização à direção do IPUB. A fotografia é realizada sem flash. Estes procedimentos são necessários para resguardar o acervo de possíveis danos e dar subsídios para estatísticas de uso do mesmo.
Os nomes dos antigos pacientes deverão ser preservados, respeitando-se a lei de acesso à informação (lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011).

Condiçoes de reprodução

Idioma do material

Forma de escrita do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de pesquisa

Os livros de observações clínicas e os livros de matrículas do Pavilhão de Observação, por possuírem conteúdo informacional de acesso restrito (registros de pacientes), foram referenciados na Base Minerva, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, por volume físico, de acordo com as regras do AACR2 e MARC 21. Tais procedimentos foram adotados segundo os critérios definidos pela instituição, que visam disponibilizar - on line - de forma uniforme, todo o acervo pertencente às suas diferentes unidades acadêmicas.
As fotografias, os negativos e os diapositivos de vidro também são catalogados de acordo com as regras do AACR2 e MARC 21. Os cabeçalhos de assunto, na medida do possível, seguem as normas do DeCS (descritores em ciência da saúde). A catalogação deste tipo de material está inserida na Base Minerva.

Área de fontes relacionadas

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

Unidades de descrição relacionadas

Descrições relacionadas

Área de notas

Notação anterior

Pontos de acesso

Ponto de acesso - assunto

Ponto de acesso - local

Ponto de acesso - nome

Pontos de acesso de género

Área de controle da descrição

Identificador da descrição

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

Status da descrição

Final

Nível de detalhamento

Datas de criação, revisão, eliminação

Idioma(s)

Escrita(s)

Fontes utilizadas na descrição

Zona da incorporação

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Entidades coletivas, pessoas ou famílias relacionadas

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